FISIOTERAPIA DOMICILIAR

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Dra Cristiane Arruda
Fisioterapeuta
CREFITO2: 132194F

Dor Crônica

Olá Pessoal esse fim de semana eu participei de um curso de Treinamento Básico de Diagnóstico e Tratamento do Paciente com Dor Crônica no Centro Multidisciplinar da Dor, muito interessante e vou passar um pouco do que aprendi pra vocês.

A Dor Crônica

Apesar dos avanços da ciência, a prevalência da dor crônica tem aumentado progressivamente. No Brasil, cerca de 50 milhões de pessoas padecem de algum tipo de dor. É o principal motivo de procura por assistência de saúde, sendo considerado hoje um sério problema de saúde pública. Há mais de dez anos vêm surgindo no mundo médicos, clínicas e serviços que se especializam no tratamento de dor. No Brasil já há vários serviços, muitos deles em hospitais universitários, que se dedicam a essa especialidade .

A IASP (Associação Internacional para o Estudo da Dor) define dor como uma experiência sensitiva e emocional desagradável, associada a  lesões teciduais reais ou potenciais, ou descrita em termos de tais lesões.

Para ser dor tem que ser desagradável, é sempre subjetiva, cada indivíduo aprende a utilizar este termo através de suas experiências traumáticas.

Alguns autores dizem que a  Dor Crônica é uma dor que persiste por mais de 3 meses ou mais de 6 meses, outros afirmam que ela não passa após o  tempo esperado de cura da lesão. Mas não são somente essas afirmações que diferem a dor crônica da dor aguda.

Dor Aguda x Dor Crônica

A dor aguda é rápida e bem localizada, some assim que retirado o estímulo, é um sinal de alerta de que algo está errado, é um sintoma. Os recursos terapêuticos permitem controlar com eficiência.

A dor crônica é lenta e difusa, não apresenta propósito biológico, ou seja não é um sinal de alerta, a causa pode já não estar mais atuante ou não ser  possível de remoção, passa de sintoma para doença, gera sofrimento e incapacidade.

O paciente com dor crônica vive pensando na dor, não tem vida social, não é eficaz no trabalho, tem medo de realizar algum movimento para não sentir a dor (cinesiofobia), tem ansiedade, se sente desamparado, pode ter depressão.

A presença desses fatores emocionais podem dificultar o diagnóstico e  tratamento do paciente, por isso é importante fazer o paciente entender a real natureza do problema, que o alívio da  dor é consequência do tratamento, mostrar que ele é o responsável por sua melhora.

Diagnóstico

O processo de diagnóstico de dor pelo profissional da saúde tem como objetivo principal a identificação do agente causal, a origem, a intensidade e a influência de fatores psicossociais sobre a dor, visando determinar o método mais adequado para seu tratamento. Realizar uma detalhada anamnese, dar especial atenção a outros fatores que podem ter contribuído para o aparecimento da dor, tais como atividades físicas ou sobrecargas exercidas pelo paciente (importante para determinar as doenças osteo-musculares relacionadas ao trabalho – DORT), bem como as posições do corpo ao deitar-se, sentar-se, alterações comportamentais, tipo de sono, atividade sexual, apetite, hábitos alimentares, atividades domiciliares e laborativas, atividades de lazer e muitas outras. Realizar exames físicos, testes específicos, analisar exames complementares.

Nem sempre o paciente com dor crônica apresenta causa específica, por isso esses testes podem não ser eficazes na hora de tentar encontrar a causa. O importante é tratar para oferecer uma melhora na qualidade de vida desse paciente.

Tratamento

O melhor tratamento é o multidisciplinar, com a interação de médicos, psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas e etc.

Alguns medicamentos prescritos pelos médicos podem contribuir para modular a dor, exercícios físicos, acupuntura, métodos eletrotermoterápicos, Terapia Manual, Pilates, RPG, o apoio psicológico também são muito importantes.

Devemos nos atentar ao controle da dor, ao comprometimento tecidual, trofismo, controle neuromuscular, condicionamento físico, alterações posturais e disfunções de movimento.

E nunca esquecer que esse paciente precisa e procura a melhora da qualidade de vida. Abraços!


Referências:

http://www.apcdpiracicaba.org.br/ssb/ss.cgilink=ad7605943&linkend=true&layout= acesso em 23 de Maio de 2010.

http://centrodador.com.br/ acesso em 23 de Maio de 2010.

Informações obtidas no curso de Treinamento Básico de Diagnóstico e Tratamento do Paciente com Dor Crônica no Centro Multidisciplinar da Dor, 21 e 22 de Maio de 2010.